Este apelido identificou uma família da nobreza medieval portuguesa que poderá derivar de um protonotário apostólico que viveu em Portugal nos princípios do séc. XIII, de origem grega e denominado Nicolau Kosta. Outros autores o dizem de mãos remotas origens e o dão por usado no tempo de D. Afonso Henriques, afirmando que deriva da designação da Quinta da |
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Costa, na comarca de Guimarães, mas nem todos os do apelido têm a mesma origem. O topônimo Costa é bastante vulgar, o que explica a quantidade de pessoas de igual apelido. A mais antiga linha de Costas que se encontra devidamente documentada é a da varonia de Martim Gil Pestana, escudeiro nobre que viveu em Évora na segunda metade do séc. XIV e que se estende até finais do séc. XIII. Assim sendo, a chefia destes Costas, se não a de todos eles, veio a cair na Casa dos Silveiras, Condes da Sortelha. |
O ramo dos Costas da cordeal de Alpedrinha, ditos senhores de Pancas D. Jorge da Costa usa as armas que este adaptou com o “corpo” da Empresa daquele purpurado : partido: o primeiro de azul, com uma roda de Sta. Catarina, de ouro, armada de prata, com o segundo de vermelho, com 6 Costas de prata, postas 2, 2 e 2, firmados nos flancos. Timbre: duas Costas de prata, passadas em aspa em atada de vermelho.
Mencionam alguns heraldistas, as Costas destas armas não são a representação de ossos, mais sim de um tipo de facas designadas de “Costa”. |
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